A rede da sua empresa está realmente segura?

A América Latina é reconhecida como um grande destino de crimes cibernéticos e muitos dos incidentes ocorridos no universo corporativo da região são bem reportados. Mas seria um erro pensar que os perigos são apenas externos. Muitas vezes, o sucesso do CIO depende de procedimentos internos cada vez mais rígidos.

Quando a frase “Tango Down” se espalhou pelo Twitter com velocidade inacreditável em junho, era perdoável acreditar que se tratava de um relato sobre a luta contra o terrorismo. Na realidade, porém, era um sinal triunfante de “LulzSec” – um poderoso grupo de hackers – que havia derrubado os sites do Governo Brasileiro e de outras instituições federais. LulzSec assumiu a autoria via twitter, afirmando que sua unidade brasileira estava realizando importantes progressos.

Os ataques de LulzSec no Brasil chegaram a ser manchetes internacionais e o mais preocupante é que existem evidências de que o submundo do crime cibernético está crescendo rapidamente pela região. Trojans bancários, por exemplo, estão muito disseminados – um em cada 20 computadores brasileiros está infectado, segundo informações da ESET, empresa especializada em segurança de redes.

E a lista continua: em fevereiro desse ano o chefe da Comissão Especial do Congresso Mexicano de Acesso Digital, Rodrigo Perez-Alonso, afirmou que o país tem mais incidentes reportados de crimes onlines do que em qualquer outro lugar no mundo. Uma pesquisa em agosto de 2010 do IDG Connect registrou Brasil, Argentina e Colômbia como alguns dos dez países que mais produzem SPAMno mundo, responsáveis por 14,55% do total mundial.

Enfrentar esse tipo de ataque malicioso é um grande desafio para os CIOs da América Latina – cujas organizações são relativamente desprotegidas por leis anti-hacking ( LulzSec afirma que se diverte vendo o caos se instaurar). Para os CIOs, é fundamental ter uma visão mais ampla quando o assunto é segurança.

Deveriam, então, esses executivos redobrar seus esforços para manter suas organizações seguras? Talvez, mas também devem considerar que o principal risco não vem apenas de fora da organização, mas pela maneira como seus próprios funcionários trabalham. É evidente que as empresas na América Latina precisam ser mais cuidadosas do que nunca em relação à segurança dos seus dados, mas fornecer estruturas seguras, criptografia apropriada e monitoramento de segurança não são as únicas medidas necessárias. O desafio é garantir que os colaboradores estejam configurando e usando sistemas e recursos de TI corretamente.

Você pode avaliar a segurança da sua rede identificando oportunidades de melhoria em seu gerenciamento e verificando a adoção dos procedimentos de segurança em toda a organização. O Serviço Quick Start para Segurança de Rede da BT pode ajudá-lo a adotar medidas para se prevenir com o melhor custo-benefício. Saiba mais sobre o assunto em www.bt.com/brasil

Fonte do texto: BT Global Services

Fonte da imagem: Getty Images

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