As instituições financeiras estão gradualmente “despertando” para todas as vantagens que a nuvem oferece. Não apenas a nuvem pública, que é a internet pública, ou a nuvem privada, construída para compartilhar serviços internos.
A novidade é a nuvem privada gerenciada, que funciona como uma Internet privada e permite que diversos bancos compartilhem recursos, aplicações e serviços em âmbito nacional e internacional.
As instituições financeiras enfrentam o crescimento exponencial do volume de dados – o big data. Esses dados são provenientes não apenas de operações internas reunindo informações de milhões de clientes do varejo, mas também de atividades comerciais.
Atualmente, uma sala de operação em um único banco em uma cidade precisa ter a capacidade de processar mais de seis milhões de mensagens por segundo. Multiplique isso pelo número de salas de operações em bancos no mundo, e você começará a entender porque a unidade “yottabyte” será necessária.
Em direção à nuvem
Muitos dos dados são comuns a todos os bancos – dados provenientes de parceiros externos e provedores de serviços que mantêm o banco atualizado com notícias importantes no dia a dia.
Como o volume de dados continua a crescer exponencialmente, é cada vez menor a probabilidade de que cada banco possa arcar individualmente com os custos de gerenciamento de sua própria ilha de dados e de comunicação e permanecer lucrativo. As regulamentações ligadas à adequação do capital frente ao risco, cada vez mais estritas, também implicam uma disponibilidade menor para investir em uma “ilha” tecnológica.
Esse aumento do volume de dados fará com que os bancos deixem de lado suas “ilhas” e comecem a compartilhar recursos de uma maneira inédita. A nuvem é fundamental para compartilhar – e a segurança é fundamental para que a nuvem atenda às demandas do mundo real.
Com quantos bytes se faz um Yottabyte?



