“As câmeras podem abrir as salas de reuniões para os hackers”, alerta um artigo publicado recentemente no New York Times. Realmente já foram relatados alguns episódios sobre hackeamento de terminais de vídeos. Mas onde está o elo mais fraco? Nas pessoas ou na tecnologia de vídeo?
No artigo, o NYT diz que equipamentos de videoconferência geralmente são vulneráveis a ataques de hackers. Mas não podemos afirmar que os sistemas foram invadidos. O problema parece estar na implementação do sistema e sua conexão a redes públicas em modo de resposta automática.
Os principais fabricantes garantem a segurança da videoconferência, desde que corretamente implementada. Como em qualquer sistema corporativo, os usuários precisam adotar medidas de segurança para proteger seus sistemas de videoconferência de ameaças externas.
Durante a implantação do sistema, recomendamos que os clientes tomem medidas proativas, avaliando suas políticas de segurança, auditando sua execução e adotando as melhores práticas em toda a sua infraestrutura. Para clientes que não dispõem internamente de pessoas habilitadas para realizar esse tipo de auditoria, a BT oferece serviços de consultoria e avaliação.


